Sucesso absoluto na Netflix, o filme 'A Grande Inundação' tem uma história que transita entre o desastre natural e a ficção científica para criar uma história instigante sobre como criaturas artificiais podem desenvolver emoções reais.
No centro da narrativa está An-na, interpretada por Kim Da-mi, uma mulher que vive em looping temporal tentando salvar o filho de uma inundação após a Terra entrar em colapso com o derretimento das geleiras, que foram atingidas por um asteróide. No entanto, tudo não passava de um estudo feito artificialmente para definir o quão real pode ser um futuro sem humanos.
An-na conta com a ajuda é ajudada por Hui-jo, um membro da Equipe de Segurança de Recursos Humanos que tem como missão a ajudar a conseguir completar o looping temporal e provar que a emoção é a chave para a resolução do estudo. Quem interpreta o agente é ninguém menos que Park Hae-soo, grande conhecido dos dorameiros.
Já presente em séries de sucesso da Netflix, como 'Round 6', 'Carma' e 'La Casa de Papel: Coreia', Park Hae-soo deu uma entrevista a um site coreano contando alguns segredos de bastidores de 'A Grande Inundação', que envolvem uma manobra impressionante e estruturas gigantescas para produzir um dos filmes mais comentados do ano.
Para o site Maeil Business Newspaper, Park Hae-soo falou sobre o fato do público ter dividido opiniões sobre o filme, mas também entregou o quão desafiador foi a produção do longa, desde a divisão de cenas até a estrutura para deixar as cenas mais realistas possíveis.
"Embora a estrutura da história não fosse desafiadora, o roteiro em si estava longe de ser convencional. As cenas não eram divididas ou categorizadas da maneira usual, e era escrito quase como um código, o que me levou a relê-lo e refletir sobre ele repetidamente. Isso despertou minha curiosidade e me motivou a aceitar o desafio. O estilo único era cativante — e isso faz parte do charme do diretor", disse Park.
"Eles construíram um prédio de apartamentos de cerca de quatro andares no cenário do reservatório e o encheram de água até o segundo andar. Quando totalmente cheio, a água tinha mais de três metros de profundidade. Eles até instalaram máquinas para criar ondas. Lembro-me de pensar: 'Será que eles realmente foram tão longe?' No set, estávamos quase sempre encharcados e, às vezes, fazia frio. Havia muitos mergulhadores presentes, e eles nos ajudavam a subir, garantindo nossa segurança durante as filmagens", comentou o ator.
Com uma carreira extensa e bem construída na Coreia do Sul, esta foi a primeira vez que Park Hae-soo e Kim Da-mi colaboraram juntos em um projeto. Durante a entrevista, o ator comentou que teve muita compaixão com a companheira, quem sofreu com os desafios físicos do longa.
"Foi a primeira vez que trabalhei com ela e, mesmo três anos depois das filmagens, sua atuação continua pura e excepcional. Ela é ainda mais impressionante porque nada parece afetá-la. Observando sua atenção aos detalhes, entendi por que atores, diretores e toda a equipe a admiram", elogiou Hae-soo.
"Os desafios e as tentativas neste projeto devem ter sido experiências valiosas para os atores. Houve muitas cenas inéditas, o que acredito que também ajudou a equipe a adquirir novas experiências", refletiu o galã coreano, por fim.
player2
player2